Homens Também Fazem Sucesso Ao Vender Semijoias

De acordo com Atila Coelho Cabral, diretor executivo da Jalde Semijoias, aqueles que escolhem essa carreira se destacam quando demonstram paixão pelo trabalho e habilidades de venda 

Com o passar dos anos e a evolução da sociedade, o mundo se tornou cada vez mais ciente da importância da diversidade e da inclusão. No entanto, alguns estereótipos ainda resistem, como a ideia de que a venda de produtos relacionados à beleza feminina, como cosméticos, jóias e semijóias, é predominantemente um campo de atuação para mulheres. 

De acordo com Atila Coelho Cabral, diretor executivo da Jalde Semijoias, essa concepção está cada vez mais distante da realidade atual. “Homens, independentemente de sua idade, têm demonstrado um interesse crescente e bem-sucedido na venda desses artigos. Temos um exemplo disso na nossa empresa, com um dos vendedores mais populares sendo um homem idoso. Isso mostra que não existem barreiras para aqueles que querem trabalhar em busca da própria renda”, revela.

Para o empresário, esse preconceito é um subproduto de estereótipos de gênero profundamente enraizados em nossa sociedade. “Historicamente, a venda de produtos relacionados à beleza e à moda foi associada principalmente às mulheres. Quando um homem decide entrar no mercado de semijóias, ele pode enfrentar resistência devido a essas expectativas pré-definidas por muitas pessoas”, lamenta.

Atila aponta que o preconceito pode se manifestar de várias maneiras, desde olhares desconfiados até comentários desdenhosos. “Alguns clientes podem presumir que um vendedor masculino não tem o conhecimento necessário sobre produtos de beleza ou moda, o que pode afetar negativamente suas vendas. Os homens que escolhem essa carreira devem demonstrar não apenas sua paixão pelo trabalho, mas também seu conhecimento e habilidades no campo. Essa pressão adicional pode criar um ambiente desafiador”, pontua.

Superar essas expectativas de gênero é a chave para fazer sucesso em qualquer área de atuação. “A habilidade de atender às necessidades dos clientes não depende do gênero. O preconceito contra homens que vendem semijóias ou outros produtos relacionados à beleza e estética é um exemplo de estereótipo que ainda persiste em nossa sociedade. No entanto, está se tornando cada vez mais evidente que essa ideia está desatualizada”, declara.

O diretor acredita que a superação desse preconceito pede a conscientização e a educação contínua sobre a igualdade de gênero. “À medida que mais homens continuam a desafiar as expectativas tradicionais e prosperam na venda de semijóias, a sociedade está se movendo na direção certa para a desconstrução de estereótipos prejudiciais. Celebrar a diversidade em todas as profissões é fundamental para que todos possam ter a liberdade de seguir suas paixões e talentos, independentemente da área de atuação”, finaliza.




Autores
Carolina Lara

Retirado: Press Manager


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